Visibilidade da operação
O que precisa ser feito, por quem e quando. A rotina deixa de viver em conversas soltas e ganha um lugar único.
Pessoas, rotinas, inspeções, manutenção, estoque e indicadores numa operação só — com histórico rastreável e um app que funciona onde não há sinal.
Diagnóstico sem compromisso. Respondemos pelo WhatsApp em até um dia útil.
Uma operação, seis frentes
Funcionários, perfis de acesso e capacitações
Periodicidades, agenda e execução do dia
Checklists, QR do ambiente e não conformidades
Planos, ordens de serviço e documentos com vencimento
Entradas, saídas, níveis e reposição
Painel ao vivo, histórico e relatórios
Módulos separados devolvem relatórios separados. Numa operação conectada, a rotina executada em campo alimenta o histórico, o indicador e a prestação de contas sem ninguém redigitar nada.
O que precisa ser feito, por quem e quando. A rotina deixa de viver em conversas soltas e ganha um lugar único.
Atividades e periodicidades definidas uma vez e repetidas sempre igual, sem depender do conhecimento informal da equipe.
Cada execução, manutenção e ocorrência registrada com foto, data e responsável. Prestação de contas sem esforço de memória.
Piscinas, casas de máquinas, bombas, geradores e áreas técnicas — cada ativo com sua rotina e seu histórico.
A equipe abre a tarefa no celular, cumpre o checklist e registra a evidência. Sem papel e sem redigitação.
A estrutura do condomínio entra pronta para uso real: ambientes, ativos, rotinas e equipe configurados junto com você.
Todo condomínio já executa rotinas. O que costuma faltar é o registro — e sem registro não há acompanhamento, cobrança nem prestação de contas.
A implantação é uma entrega técnica: alguém precisa mapear o condomínio e transformar a rotina real em estrutura dentro da plataforma. É o que faz o sistema gerar valor desde o primeiro mês.
Levantamos o porte real da operação: ambientes, torres, equipamentos, equipe e rotinas que já existem. É daqui que sai o desenho da implantação.
Cadastro dos ambientes e ativos, montagem das atividades, periodicidades, checklists, usuários e permissões — com treinamento da equipe.
Acompanhamos a entrada em operação até a rotina rodar sozinha. Depois disso, o sistema é usado no dia a dia pela própria equipe do condomínio.
O escopo e o investimento da implantação variam conforme o porte e a complexidade do condomínio. Por isso o primeiro passo é sempre o diagnóstico.
O zelador e a equipe de manutenção não trabalham sentados num computador. O app foi desenhado para o corredor, o subsolo e a casa de máquinas.
Não. É um sistema de operação e manutenção, feito para o síndico, a administradora e a equipe que cuida do condomínio. O foco é a rotina técnica: ambientes, equipamentos, atividades, checklists e histórico.
Porque o sistema só gera valor com a estrutura do condomínio dentro dele. A implantação é o trabalho de levantar ambientes e ativos, montar as rotinas e periodicidades, configurar checklists e treinar a equipe. Sem isso, o cliente receberia um sistema vazio.
Pelo porte operacional do condomínio — principalmente a quantidade de ambientes gerenciados, além de torres, equipamentos e tamanho da equipe. Por isso começamos sempre com um diagnóstico: sem conhecer a operação, qualquer número seria chute.
Sim. O que define o encaixe não é a quantidade de apartamentos, e sim a complexidade da operação. Um condomínio de 90 unidades com três torres, piscina, academia e casa de máquinas costuma exigir mais estrutura do que um de 300 unidades em torre única.
Não. O app funciona offline e sincroniza quando a conexão volta — pensado justamente para subsolo e áreas técnicas. Roda em aparelhos Android comuns.
Depende do porte levantado no diagnóstico. O que definimos junto com o cliente é o cronograma do projeto de implantação, incluindo treinamento e acompanhamento do go-live.
Conte o porte do condomínio e a gente retorna com um diagnóstico e uma demonstração aplicada à realidade dele — não a uma tela genérica.